domingo, 26 de setembro de 2010

Tropa de Elite com a Câmera na mão


Policiais usam câmeras para registrar operações com apoio dos comandos
Publicada em 25/09/2010 às 19h21m
Célia Costa

RIO - Uma câmera na mão, a arma ao alcance da outra e um roteiro que pode mudar (e muda mesmo) a qualquer momento. Assim tem sido o dia a dia dos policiais videomakers que, com equipamentos comprados com recursos próprios, têm documentado a guerra cotidiana contra o crime. Tanto na Polícia Civil quanto na Militar tem crescido o número de agentes que gravam operações policiais - que a imprensa, muitas vezes, não consegue registrar por questões de segurança. Alguns policiais já filmam até a movimentação de bandidos quando fazem campana, que, no vocabulário policial, significa vigiar.
Os vídeos, além de mostrar para a população a ação dos policiais, estão sendo usados também em cursos de formação de novos agentes. Dentro das corporações, o uso das câmeras não é oficial, mas os policiais cinegrafistas têm recebido apoio de seus comandos.
No Batalhão de Operações Especiais (Bope), a atuação dos videomakers não é oficial, mas o comando da tropa de elite já criou até um setor de comunicação. Lá, os policiais têm equipamentos para editar as imagens registradas nas operações. A câmera já tem até lugar garantido na mochila que o policial do Bope carrega quando está em ação.
Já existem casos em que essas filmagens resultaram em provas usadas no tribunal. Um investigador da Polícia Civil, hoje lotado na 13ªDP (Ipanema), com 12 anos na polícia, começou a usar sua câmera em 2005. Integrante da equipe da delegada Monique Vidal, o policial fez um vídeo em 2006 quando foi montada uma campana para flagrar o comércio de drogas numa das bocas de fumo do Morro Chapéu Mangueira, no Leme. A vigília culminou numa operação na favela, com intenso tiroteio e a prisão de vários traficantes. No julgamento de um deles, que foi condenado, o vídeo foi usado como prova.

Fonte: Jornal O Globo 26 de set 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

BOPE- Cientistas estudam cérebro de policiais


O que se passa na cabeça de um ‘caveira’? O alto índice de aproveitamento dos policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) virou objeto de estudo de cientistas do Laboratório de Mapeamento Cerebral e Integração Sensório-Motora, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Durante dois anos, pesquisadores fizeram uma série de testes para avaliar a capacidade de ação de uma unidade de excelência e definir de que forma a neurociência contribuiria na formação dos PMs e até na prevenção de erros cometidos no desempenho de suas funções.
No trabalho desenvolvido de 2007 a 2009, com apoio do Instituto de Neurociências Aplicadas (INA) e da Fundação de Amparo à Pesquisa (Faperj), sete tipos de treinamento foram realizados, usando equipamentos criados pelos próprios pesquisadores. “Com o estudo, podemos entender aspectos cerebrais de policiais e levá-los à melhor avaliação possível das situações, na tentativa de diminuir os índices de erros, como no caso do agente que confundiu a furadeira com uma arma”, explicou o professor Pedro Ribeiro, coordenador do projeto.

Na avaliação, os ‘caveiras’ mostraram que podem exercer diversas funções simultâneas, ativando várias áreas do cérebro, diferente de outras pessoas. Isso porque, com o treinamento, desenvolvem, entre outras coisas, percepção, raciocínio rápido e capacidade de tomar decisões em situações extremas. Tudo sem perder o controle emocional.

“Um policial de operações especiais tem de estar sempre pronto, não pode ser pego de surpresa. Raciocinar e antecipar uma situação em dois ou três segundos pode salvar sua vida. Não é paranoia, mas o ‘caveira’ formata seu cérebro para ficar atento 24 horas por dia”, define um major do batalhão, ressaltando que sua cabeça não descansa nem na folga. “Se estou tomando chope com amigos, por exemplo, fico pensando nas possibilidades de ocorrer um crime e como reagir. Ao volante, converso com a minha família, mas imagino o que pode dar errado e antecipo. Não posso arriscar discutir no trânsito e ser pego de surpresa”.

Os aparelhos empregados na pesquisa continuam em uso pelo Bope. Dois deles foram desenvolvidos especialmente para treinar os atiradores de elite: um pêndulo controlado por ondas de rádio testa a pontaria e a rapidez do sniper; no outro equipamento, o PM deve decidir rapidamente e atirar quando uma das quatro luzes acende ao lado do alvo. “Os sistemas são simples, mas muito eficazes. O estudo aprimorou o treinamento do Bope”, afirma o coronel Alberto Pinheiro Neto, comandante do batalhão na época da pesquisa.

A PM estuda estender a pesquisa neurocientífica a outras unidades. A ideia é introduzir os treinamentos nos cursos de formação para desenvolver a percepção dos policiais e diminuir os erros. Além disso, está em teste o estande virtual de tiro adquirido pela Secretaria de Segurança. Numa cabine de 360 graus, são reproduzidas situações reais para que os PMs testem suas reações diante do perigo.

Tecnologia e treino fazem a diferença
Numa semana em que vários tipos de deslizes cometidos por policiais militares vieram à tona e diante da necessidade de mudanças na conduta da tropa, o estudo conclui principalmente que a tecnologia aliada ao treinamento constante pode melhorar – e muito – o desempenho dos policiais.

“Boa parte das falhas que policiais cometem tem a ver com a questão do treinamento. Fizemos os testes com uma unidade que tem um grau de performance excelente, justamente para mostrar a diferença que essa capacitação exerce no desempenho do agente de segurança”, disse o professor Ribeiro, ressaltando que um treinamento rigoroso pode evitar os chamados desvios de conduta. “Um policial bem treinado também ganha mais consciência da importância do seu trabalho e das consequências de seus atos. Logo, ele tende a evitar os erros”, avalia o pesquisador.

Fonte: Terra

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Bope Ocupa Turano


Após um dia de ocupação nas comunidades do turano, liberdade, chacrinha, matinha, rodo, Sumaré e 117, o clima é de relativa tranquilidade, 250 homes do BOPE encontran-se nas referidas comunidades.
Fiz diversos registros. Mas, o que mais me surpreendeu não foi à ocupação, e sim o telefonema que o "Cabo Silva" (nome fictício) recebeu de sua esposa.

-Sargento!
-Sim Cabo Silva.
-Minha esposa acabou de pedir para eu ter cuidado, pensar na nossa filha e voltar a pensar e mudar de profissão.
-E aí o que você disse a ela, perguntei!
-Disse para ela ficar tranquila que teria cuidado.

Mas ao meso tempo fico pensando em cada profissão de risco, Magistrados, promotores entre outros: que muitas vezes
Condenam traficantes e também correm riscos.

Então eu penso sim na minha filha de um ano e meio de idade e na minha esposa. Agora, o que eu não posso para de pensar é em milhares de crianças
que livramos do tráfico de drogas, isso sem contar as milhares de pessoas de bem que hoje andam com dignidade nas
comunidades libertadas da violência e do tráfico de drogas.
-Silva nossa profissão é tão digna, quanto à dos médicos, juízes e promotores!
Então Silva, continue, salvando vidas!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Por favor, não crucifiquem os "policiais"


Qualquer profissional que faça o que gosta e que busque um aperfeiçoamento contínuo naquilo que faz se torna uma espécie de fonte de referência e consulta para os amigos e gente do seu círculo. Pessoas assim acabam se transformando em consultores informais nos referidos assuntos e isso acontece com médicos, advogados, arquitetos e também com os policiais. Com trabalho nada invejável de prevenir e atuar em face de ocorrências adversas, por vezes nos vemos às voltas com a tarefa de tentar esclarecer as pessoas comuns acerca de aspectos de nossa atividade profissional, técnicas e táticas, que nem sempre são claras ou facilmente explicáveis. O que faz nesses casos? Como se procede para evitar isso ou aquilo? Nessa situação agiram corretamente? Onde foi que se errou? São todas as perguntas comuns, as quais buscamos responder objetivamente, na medida do possível.
Em geral e infelizmente, na maioria das vezes o trabalho policial só aparece quando erros são cometidos.
O que o público normalmente desconhece são os inúmeros acertos policiais que não são divulgados pela imprensa.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O Haiti é aqui?


A vida de um homem é marcada por datas e imagens que ficam registradas. Desde o primeiro momento de sua existência até o término de sua história, os números e as imagens relacionam lembranças. No caso do Cabo Camargo, o dia 1º de fevereiro de 2009 foi diferente, ficou marcado!

O Cabo Camargo, apesar de estar no Bope a 11 anos ficou tão impressionado com o estado de desnutrição daquela criança de um ano e seis meses, que no serviço seguinte me peidu uma cópia da foto que ele deu o título de, "que país é esse"?
Então amigos, nunca mais o Cabo Camargo foi o mesmo.
Essa imagem marcou a sua vida!

sábado, 24 de julho de 2010

"Cala boca Sylvester Stallone


Quando li no jornal “O globo” de 24 de julho 2010, as declarações de Sylvester Stallone, fiquei pasmo. Pois penso que quando produzo um filme, seja ele de qualquer natureza, preciso vendê-lo! E aí o Sr. Sylvester Stallone, que é o ator e diretor do filme “os mercenários” (letra minúscula) cometeu um grave erro de marketing, “cuspiu no prato que comeu”.
Não sei mais o que pensar!
Mas se pudesse perguntaria ao Sr Stallone.
O que o sr. Sabe sobre combater a criminalidade? Para poder fazer crítica ao BOPE.
Imagino que o sr. não possa e nem saiba responder, mas posso te dar uma ajuda.
Combater a criminalidade é acima de tudo lutar contra tudo e todos pela construção de um País melhor.
Sr. Stalone, espero que os cinéfilos respondam sua indelicadeza, simplesmente boicotando seu filme, que o meu modo de ver, retrata uma violência que não precisamos e não queremos.

domingo, 18 de julho de 2010

Limites



Para encontrar os próprios limites e tentar superá-los, é preciso se expor. Nessas situações de risco, é necessário estar preparado física e psicologicamente. Autoconhecimento é ferramenta essencial, tem que ser franco com si mesmo, saber os pontos fortes, conhecer o inimigo. Vencer os obstáculos não pode ser um ato de irresponsabilidade, é preciso entendê-lo. Gosto dessas situações de tensão.

sábado, 17 de julho de 2010

Combati o Bom Combate



COMBATI O BOM COMBATE, TERMINEI A CARREIRA, GUARDEI A FÉ... (II TIMÓTEO 4:7)

Este é um texto da carta do apóstolo Paulo que podemos usar em paralelo e evidenciando, que desde o primeiro, até o último dia do fim da carreira, o policial deve se preparar para COMBATER O BOM COMBATE.
Provavelmente durante o seu viver, não terá mais do que momentos, ou períodos de tempo em que poderá sair do sufoco do dia-a-dia, para um certo alívio na respiração, uma recuperação de fôlego, um reabastecimento energético, e logo retomar o COMBATE. Combater sempre. Desde que se levanta, durante os momentos da labuta diária, e até quando vai ao descanso noturno. Mas mesmo aqui, em muitas situações de todos nós conhecidas, até enquanto dorme ou sonha, continua combatendo o bom combate PELA PAZ!

domingo, 6 de junho de 2010

Diários da liberdade: Jéssica e Sabrina Caetano, 11 e 13 anos, moradoras do Morro do Borel


Diários da liberdade: Jéssica e Sabrina Caetano, 11 e 13 anos, moradoras do Morro do Borel

Dia 4 de maio, terça-feira

"O Morro do Borel é muito bom porque tenho muitas amigas. Gosto muito de brincar de bola, boneca, cozinheira, queimado, escolinha, secretária, bolinha de gude, quebra cabeça, amarelinha, banco imobiliário e bingo. Eu gosto também de estudar e vou todos os dias para a escola de manhã.

Dia 5 de maio, quarta-feira

"Quando a UPP e o Bope vieram no morro do Borel, o morro ficou mais legal e calmo. As motos ficaram mais seguras porque só pode subir com capacete e de 10 a 11 anos para cima. Não tem mais os tiros toda noite. Os policiais são muito legais com os moradores do Morro do Borel.
As crianças podem brincar nas ruas com mais segurança, não se vê mais gente armada no morro".

Dia 9 de maio, domingo

"No Morro do Borel está tranquilo agora. Mas antes da UPP entrar no morro não era muito legal, sabe. Os bandidos não respeitavam muito, tinham alguns que até respeitavam. Bandidos que quando as pessoas passam, mexem, dizem "eu vou te pegar (bater)". Bandidos que mexem com as meninas para chamar atenção. Eu nunca gostei de bandido, nunca vou gostar de um. Tem um que saiu da bandidagem há tempos, mas continua mexendo comigo.

Quanto ao Bope, está maneiro. Conversam com as pessoas, quando a gente passa, estão jogando futebol na Chácara do Céu. Estou gostando muito disso!".

Dia 15 de maio, sábado

"Quando tinha bandidos e muito tiroteio, meus pais não deixavam a gente sair de casa... Na escola, as meninas (da Casa Branca)são muito separadas e, às vezes, brigam muito. Implicam muito comigo, mas nemligo. O que entra por um ouvido, sai pelo outro..."

Dia 2 de junho, quarta-feira

"Bom, quando tinha bandidos e muito tiroteio no morro, meus pais não deixavam a gente sair de casa... Na escola, as meninas são muito separadas e às vezes brigam. Inplicam comigo, mas eu nem ligo. Entra por um ouvido e sai pelo outro..."

A paz que veste farda preta

A paz que veste farda preta
Sargento do Bope deixa o Borel com missão cumprida: hoje, amigo de todos, sobe o morro sem ouvir nem um disparo sequer
POR PAULA SARAPU

Rio - Em cada território reconquistado pelo estado, a paz chega primeiro vestindo farda preta. Sargento da tropa de elite e personagem de todos os processos de ocupação, Max Coelho, 40 anos, tinha uma preocupação especial com o Morro do Borel, na Tijuca. Foi na comunidade que, em 1997, trocou tiros com bandidos por quatro horas até conseguir chegar à Laje da Kombi, onde hoje está hasteada a Bandeira do Brasil. À época, o policial era lotado no 6º BPM (Tijuca) e enfrentou uma resistência enorme para subir a primeira ladeira da favela até o ponto de ‘contenção’ do tráfico, a menos de 30 metros da Rua São Miguel.


Sargento Max destaca a amizade construída com todos os moradores das áreas pacificadas pelo Bope: chamado pelo nome | Foto: Felipe O'Neill / Agência O Dia
Max também sabia que os tijucanos e comerciantes do bairro acompanhavam a ocupação com a expectativa de que a paz no morro refl etisse no asfalto, com a redução da criminalidade. Até a manhã do dia 28 de abril, o sargento nunca tinha subido aquelas favelas sem efetuar nenhum disparo. Treinados para o duro combate e situações de extrema violência, os policiais do Bope agora estão mais descontraídos: receberam cartinhas de ‘boas vindas’ de alunos de escolas próximas, ajudaram na organização de eventos da comunidade, deram autógrafos a moradores e até puderam brincar com a criançada. E todas essas impressões foram registradas por Max em seu caderno, durante os dias de serviço.

>> LEIA MAIS: Diários da liberdade: Sargento Max Coelho, 40 anos, policial do Bope

“Eu sempre penso em como a comunidade vai nos receber e tenho muito cuidado na forma de tratar os moradores porque eles agora olham para a gente com esperança. Estou na PM há 21 anos e nunca imaginei um dia andar com tranquilidade numa favela, ser chamado por um morador pelo meu nome. Estamos levando dignidade às comunidades e as crianças agora têm outro exemplo”, disse ele.

>> FOTOGALERIA: Crianças desenham para saudar a chegada da UPP

Com dever cumprido, Max e seus companheiros do Bope deixam a Tijuca amanhã, depois de estreitar os laços entre a polícia e os moradores dessas sete comunidades. O campo já não está mais minado e a equipe da UPP, comandada pelo capitão Bruno Amaral — tijucano de nascimento — continuará a tocar a nova política de segurança.

>> FOTOGALERIA: Ocupação do Bope em favelas da Tijuca

Em poucos dias, a Zona Norte festejará o retorno dos homens de preto para a pacificação de outra comunidade: o Morro do Andaraí. A ideia é evitar o ataque de bandidos e dar mais segurança à unidade que funcionará próximo ao campinho da Chácara do Céu.

Diários da liberdade


Diários da liberdade: Sargento Max Coelho, 40 anos, policial do Bope

Dia 28 de abril, quarta-feira

"A cada dia que passa sinto mais orgulho de fazer parte do Bope, tamanho o profissionalismo da equipe. Antes da nossa saída, recebemos briefing do oficial de operações, orientando quanto à cautela na incursão e em termos maior cuidado, pois sabemos que os traficantes atiram a esmo e muitas vezes causam efeitos colaterais. Dentre as comunidades pacificadas, acho que essa será a de maior desafio, afinal tenho escutado e lido que a população tijucana quer a polícia ocupando as comunidades.

Enfim, partimos para o Borel. A cada operação, um novo sentimento, uma dúvida: como vamos ser recebidos pela população local?

Estou pasmo, afinal trabalhei dois anos, de 97 e 98, no batalhão que cobre a área do Borel e toda vez que entrava na Rua São Miguel de viatura escutava fogos e tiros. E, para conseguir chegar na Laje da Kombi, precisava de muito tempo de operação. Mas o que mais impressiona é que nessa operação não precisamos efetuar nenhum disparo. E mais: poder ver nos rostos das pessoas o ar de felicidade com a nossa chegada. Alguns só balançavam a cabeça, outros sorriam com um simples positivo. Indaguei um comerciante e ele disse " a partir de hoje estamos livres do tráfico, livres do mal. Como policial, parece que estou em outro estado. Tempo de paz!".

Dia 30 de abril, sexta-feira

"Fizemos contato com a associação de moradores, lideranças religiosas (padres e pastores), ONG's, representante de mototáxis, Kombis e colégios. Acabei esquecendo! Ao entrar no Ciep, fomos ovacionados por pelo menos 500 crianças que nos abraçavam, queriam tirar fotos. Indescritível, prefiro parar por aqui (Risos!)".

Dia 1º de maio, sábado

"A tranquilidade é visível em cada olhar. Meus companheiros do Bope estão recebendo cartinhas das crianças com dizeres de boas vindas, queremos paz, "por causa de vocês estarem aqui, minha mãe está deixando eu brincar na rua". Nunca imaginei que fosse passar por isso. Somos aceitos, admirados. Muito bom! Muito bom mesmo!".

Dia 3 de maio, segunda-feira

"Marcada para onze horas a reunião do comandante Paulo Henrique. Novamente percebi que a comunidade do Borel é mesmo diferente. Compareceram cerca de 400 pessoas para ouvir o comandante do Bope e para o comandante ouvi-los. O que mais surpreendeu foi que não houve tantas reclamações, mas questionamentos do tipo "o Bope vai ficar direto aqui?", "Queremos o Bope, queremos a UPP"... Impressionante!
Neste mesmo dia teve um relato de um rapaz de 25 anos que veio num comboio de motos para a reunião, usando o caminho (rua) do Borel, e disse que isso não acontecia há 20 anos. Isso é paz! Somos uma tropa de intervenção, mas também de pacificação".

Dia 15 de maio, sábado

"Culto organizado por nós para agradecer a paz naquele local. Estiveram presentes padres, pastores, associações, ONG's, quando oramos a Deus em agradecimento. A melhor parte do evento foi quando a Tropa de Louvor se apresentou. O comentário foi geral. "Eles podem pregar a palavra de Deus fardados de caveira?", perguntou uma senhora da Assembléia de Deus. Fiquei muito feliz pois a comunidade compareceu e foi um sucesso!".

Dia 19 de maio, quarta-feira

"Mais um serviço e hoje a missão não posso deixar de registrar. Nós, policiais do Bope, distribuímos cestas básicas e roupas para os desalojados da comunidade. E fizemos com estilo! Conseguimos o espaço na quadra da Unidos da Tijuca, levamos as senhoras da Tavares Bastos para nos ajudar e colocar as roupas como se fosse um grande bazar. Enfim, nós, policiais, trazendo dignidade a uma população tão sofrida".

Dia 29 de maio, sábado

"Palestra com os mototáxis. Ao andar na comunidade, a sensação é de dever cumprido. Paz, tranquilidade e organização. Falta muita coisa, mas o que é mais gratificante nisso tudo é poder ser chamado pelo nome pelos moradores, que reconhecem em nós uma esperança de dias melhores".

Dia 30 de maio, domingo

"Organizamos um torneio de futebol entre as comunidades do Borel, Chácara do Céu, Morro do Cruz, Casa Branca e não podia deixar de citar o Andaraí, que, apesar de não estar pacificado, matriculou seu time. É, realmente somos o país do futebol... Compareceram mil pessoas e até autoridades.
Agora, chocantes são os relatos dos moradores que não passavam por ali há 20 anos. É de impressionar qualquer um. Parabéns para todos os times e principalmente para os vencedores. Vencedores! Todos somos vencedores!".

Dia 1º de junho, terça-feira

"Fiquei sabendo pelo nosso superior que nossa missão no Borel está terminando. Agora entram os policiais da UPP. Qual será nossa próxima comunidade? Não importa. O que importa é saber que estamos livrando as pessoas do tráfico de drogas, trazendo dignidade e esperança.

Depois de 21 anos na PM, agradeço a Deus por estar participando desse momento da Segurança Pública no Rio de Janeiro. Tempos de paz!"

Vizinhança livre do medo


A varanda foi o ‘território’ retomado pela família da Tijuca. Antes da ocupação policial, local era área de risco
POR PAULA SARAPU

Rio - Os tiros no morro sempre ecoaram no asfalto, espalhando medo e degradação pela Tijuca. A violência fez a varanda de casa ser abandonada há tempos por Dona Irene Teotônio, 63 anos. Hoje, o espaço ganhou um ‘sino do vento’ em forma de borboleta. Símbolo de transformação e renascimento, o enfeite derruba a trincheira imaginária criada pela moradora de um condomínio de classe média na Rua São Miguel, desde que trocou a pacata Região Serrana pela Tijuca, na época em que os filhos vieram cursar a faculdade, há 13 anos.


Dona Irene enfeitou sua varanda com um sino de vento, símbolo da paz recente | Foto: Felipe O' Neill / Agência O Dia
Com medo das balas traçantes disparadas por traficantes da vizinha Casa Branca, Dona Irene se viu obrigada a abrir mão de sua pequena área de lazer. Da janela com grades, cansou de ver assaltos, bandidos circulando armados de moto e até desova de corpos, como num filme de terror. Ligava para a polícia, masa sensação era de que eles também tinham abandonado aquela rua.

>> LEIA MAIS: Diários da liberdade: Irene Teotônio, 63 anos, dona de casa, morada da Rua São Miguel

“Eu acordei muitas madrugadas ouvindo ‘sai, sai!’ e cheguei a perder as esperanças. Com a UPP, até um churrasco na varanda fizemos no Dia das Mães!”, comemorou ela, que teve um mês para registrar em seu caderno todas as mudanças que acompanhava pela janela de seu apartamento. Dona Irene ouviu comentários sobre a UPP no supermercado, no banco, em todo o bairro. Em seu condomínio, por exemplo, ela soube que existe até lista de espera para comprar apartamento. Segundo previsão do mercado imobiliário, estima-se valorização em até 40%. Vice-presidente da Associação Comercial da Tijuca, Jaime Miranda conta que o valor dos imóveis comerciais também já dobrou. “A Praça Saens Peña está saturada. O trecho de subida (da Conde de Bonfim, em direção ao Alto da Boa Vista) ainda está carente de serviços. O bairro está em ebulição e torcemos pela revitalização”, atesta.

>> FOTOGALERIA: Ocupação do Bope em favelas da Tijuca

A Inspetoria Regional de Licenciamento e Fiscalização da Tijuca registrou aumento nos pedidos de alvará. Não é possível afirmar se os dados já são refl exo da UPP. Mas uma situação, porém, é especial. Esta semana, morador do Morro do Cruz procurou a inspetoria para legalizar sua ofi cina mecânica: “Vim por causa da UPP”.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Bope abre suas portas para tropinha


Bope abre suas portas para tropinha de elite feminina
Crianças da Favela Tavares Bastos têm aulas de ginástica na sede do batalhão.
Filhos de policiais também têm chance de conhecer sede nos fins de semana.

As meninas vêm da Favela Tavares Bastos para ter aulas no Bope: Natasha, à frente, é a mascote da turma, com 5 anos. Veja galeria (Foto: Daniella Clark/G1)saiba mais
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As portas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), em Laranjeiras, Zona Sul do Rio, são abertas pelo menos duas vezes por semana para uma tropinha de elite feminina. As meninas de 5 a 12 anos vêm da favela Tavares Bastos para aprender os movimentos de ginástica rítmica na sede do batalhão, algumas vezes ao som de gritos de guerra dos soldados ao fundo.

O projeto “Mudança de ritmo”, da ONG Gente Brasil, vem sendo mais uma ponte entre o Bope e a comunidade, livre do tráfico de drogas desde que o batalhão passou a ser seu vizinho, em 2000.

“Adoro me esticar”, diz Fernanda Cavalcanti, de 12 anos, que mora desde os 2 na favela. “Quero continuar até virar uma grande atleta.”


Fernanda e mais 11 meninas aprendem os primeiros passos da ginástica rítmica com a professora Bárbara Frattane no espaço cedido pelo batalhão: um salão com uma bela vista do Rio e a famosa caveira, símbolo da tropa de elite da PM, estampada na parede. Acostumada a dar aulas para atletas e crianças de escolas particulares há 15 anos, Bárbara descobriu ali que seu trabalho vai além da busca pela excelência nos movimentos.

“As notas das meninas saíram do vermelho e houve reflexo também no comportamento delas”, explica. “Temos que aprender a lidar com os problemas que elas têm em casa e ajudá-las. Muitas vezes o pai está preso, a família tem problemas”.


Mulheres e idosas no batalhão
O projeto foi levado para o batalhão por Gabrielle de Los Rios, diretora executiva da ONG Gente Brasil, que desenvolve projetos semelhantes em outras comunidades carentes do Rio. Além das aulas para as crianças, outras 60 mulheres e idosas têm aulas de ginástica duas vezes por semana no batalhão.

“Temos às vezes três gerações de uma mesma família aqui, avó, mãe e filha”, conta Gabrielle.


Apenas uma grade e um portão separam a sede do Bope, com 400 policiais, da favela vizinha, onde moram cerca de 6.500 pessoas. Ali, diz a PM, o tráfico não entra desde que a sede do batalhão foi transferida para o alto do morro, de onde se tem uma vista panorâmica da Baía de Guanabara.

“Não existe tráfico de drogas, não existe morte, provavelmente é o lugar mais seguro do Rio de Janeiro. Mas não posso dizer para você que não tem crime, porque esse lugar não existe”, explica o comandante Pinheiro Neto. “Esse projeto com a comunidade é mais um serviço que o Bope presta com o objetivo que o Rio seja um lugar melhor para se viver.”

Projeto Bopinho leva filhos de policiais ao batalhão


A professora Bárbara Frattane dá aulas de ginástica rítmica há 15 anos: primeira experiência com crianças de comunidades carentes. (Foto: Daniella Clark/G1)Mas as meninas da Tavares Bastos não são as únicas com sinal verde para visitar a sede da tropa de elite. Com a idéia de unir pais e filhos de policiais no batalhão, foi criado o “Projeto Bopinho”, também com apoio da ONG Gente Brasil.

A primeira edição do projeto ocorreu no último sábado (10), quando cerca de 60 crianças participaram de gincanas, escaladas e atividades lúdicas ao lado dos pais.

A idéia, segundo o comandante, é repetir a dose uma vez por trimestre.
“O filho do policial quer conhecer onde o pai trabalha, sente-se orgulhoso”, explica o sargento Max Coelho.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Vocação Profissional ou Sacerdócio?


Quando o nosso Projeto de Vida é traçado, um dos pontos mais significativos é a escolha da área profissional. Desenvolvemos atividades, adquirimos conhecimentos que são expressos hoje pelos nossos talentos, dons, interesses específicos que devem ser observados atentamente no momento da escolha profissional.
Ainda criança é possível detectarmos as possíveis áreas de interesse, tendo em vista talentos da alma e compromissos assumidos para a existência terrena. Geralmente são traçadas áreas de interesse, unindo os talentos e os nossos compromissos.

Visando estes interesses, a Vida nos estimula, nos encaminha para algumas áreas e é importante uma observação atenta; é necessário "sentir" os talentos da alma para se fazer escolhas que sejam coerentes com o nosso Projeto para que nos façam felizes e realizados.

Confiar?


Quanto mais conheço os homens, mais confio no meu...

“Confia no Senhor de todo o teu coração e não te apóies no teu próprio entendimento. Reconhece-O em todos os teus caminhos, Ele endireitará as tuas veredas”. (Provérbios 3:5 e 6)

O que é confiança? Por que é importante confiar? Para que confiar? E em quem podemos confiar?



Segundo a definição do dicionário, confiança é uma completa certeza quanto ao caráter, habilidade, força ou veracidade de alguém ou de alguma coisa. Confiar envolve dependência de alguém, ficando sob seus cuidados crendo em sua integridade. Mas será que neste mundo existe alguém digno de tal confiança? Com tanta desonestidade e interesse próprio em todos os seguimentos da vida, qual a medida de confiança que devemos colocar nas pessoas, nas organizações e nos sistemas? Vivemos num mundo, cuja atmosfera é de desconfiança; onde líderes nacionais, amigos e as vezes até mesmo pessoas mais próximas de nós traem a nossa confiança. Diante do fracasso por parte dos seres humanos, confiar tornou-se extremamente difícil.



Muitas vezes somos inclinados a confiar em coisas e pessoas que achamos que nos darão segurança. O homem pode falhar; as riquezas podem acabar e a beleza um dia vai embora. No entanto, de certa forma, nós depositamos confiança nas pessoas, principalmente naquelas que nos são chegadas, ainda que corremos o risco de sermos traídos. Mas em se tratando de vida espiritual, a confiança no homem e a auto-confiança é uma armadilha perigosa que certamente nos levará à destruição. Somente em Deus podemos confiar plenamente. Essa confiança crescerá e se fortalecerá à medida que a nossa compreensão e conhecimento a respeito dele crescer. Quando entendermos que Deus nos valoriza e nos ama mais do que a Sua própria vida, conseguiremos ver nele alguém que merece nossa plena confiança. Confiar em Deus é confiar na pessoa certa. Se a nossa confiança não estiver ancorada nele, ela será completamente sem valor.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O País do Futebol


É, somos realmente o país do futebol. Hoje (21-05-2010) ao assistir o “Bom Dia Brasil” e ver a reportagem de uma ex tribo de canibais se divertindo e jogando uma bela pelada no meio da selva Amazônica, lembrei da foto do menino brincando com sua bola no meio do complexo do Borel (favela da Tijuca), indiferente a ocupação de policiais do Bope naquela região.
Que o futebol continue inspirando todo nosso povo!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Favela Pacification Spreads to Tijuca


Favela Pacification Spreads to Tijuca
By Mira Olson, Contributing Reporter

RIO DE JANEIRO – Seven favelas in Tijuca were invaded and occupied by police forces last Wednesday, April 28th, in preparation for the establishment of the city’s first Police Pacification Unit (UPP) in this part of Rio’s North Zone. The occupation is part of the city’s continued efforts to create permanent police presence in poor communities in order to reduce drug trafficking.

BOPE invaded Morro do Borel and six other favelas in Tijuca on April 28th, photo by Max Coelho/BOPE.
More than 200 officers of the Special Police Operations Battalion of the Military Police (BOPE), also known as Rio’s Elite Squad, carried out the initial invasion of the favelas that comprise the “Borel Complex”; Morro do Borel, Morro da Casa Branca, Morro da Cruz, Chácara do Céu, Catrambi, Indiana and Morro da Formiga.

Some arrived from above, at the division of Borel and Casa Branca, having taken a trail through the forest in Alto da Boa Vista. For now, BOPE will continue to occupy the first six of these, while the 6th Battalion of the Military Police in Tijuca holds ground in Morro da Formiga.

According to BOPE Second Sargent Max Coelho, thus far the occupation has proved to be successful. “The climate is quite calm. The Borel Complex has received BOPE very well and pacification with much acceptance.” Traffickers have not resisted and no confrontations have taken place. Past UPP initiatives in other communities yielded a varied degree of resistance by traffickers.

In the first few days of occupation, one person was arrested with 309 packets of cocaine. Police have also confiscated one .45 pistol with two chargers, ammunition, several portable radio transmitters, motorcycles, an accounting book with trafficking information, and a laptop with photos of Silas Playboy, the head of trafficking in Chácara do Céu an Casa Branca.

The ease with which occupation took place suggests that several traffickers fled the communities. Police arrested Assis Albano Ferreira da Silva (known as Ratinho), one of the principal drug lords from Borel, in Rio’s West Zone on Thursday following the invasion.

The permanent UPP is expected to take over occupancy in the coming weeks, but according to Coelho, a specific date has not yet been determined. Tijuca’s first UPP will be comprised of 500 police officers; all are recent graduates of the training course designed especially for creating pacification units free from the corruption that known to plague Rio’s police forces.

BOPE will continue to occupy six favelas in Tijuca until the UPP is installed in upcoming weeks, photo by Max Coelho/BOPE.
The Tijuca occupation is expected to be complicated, as this will be the first time a UPP troop will occupy an area controlled and divided by rival criminal cartels. Comando Vermelho (Red Command) controls trafficking in the Borel and Formiga favelas; adjacent favelas are controlled by Amigos dos Amigos (Friends of Friends). For years, the imaginary division was so marked that children from the Borel community could not play at the only sports court in the area, located in Casa Branca.

Nevertheless, Coelho insists that BOPE presence and pacification will help unite the divided communities. “The communities are already showing good will towards one another.”

The arrival of UPP in Borel is significant, as this favela is considered one of Comando Vermelho’s super-trading headquarters. According to Civil Police, until recently drug lord Isaías Costa Rodrígues (47), one of the police’s most wanted traffickers during the 1980s, continued to give orders in Borel despite being held in a maximum-security prison in the state of Paraná since 1990.

In a statement made after attending the XXVII International Drugs Enforcement Conference, held on Tuesday, April 27th in Barra da Tijuca, Governor Sérgio Cabral promised to occupy all seventeen favelas in the Greater Tijuca area the end of this year. “We’re beginning with Borel, but all the other communities in Tijuca will also be pacified, following of course a strategy designed by the Secretary of Security. Tijuca deserves this, as it was one of the carioca neighborhoods that suffered the most with the issue of security.”

Over 10,000 people live in the favelas currently occupied in Tijuca, according to the last census, conducted in 2000. An estimated 20,000 people will be effected by the UPP presence if all Tijuca favelas are occupied.

Posted by Mira Olson on May 4th, 2010 and filed under Front Page, Politics. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response by filling following comment form or trackback to this entry from your site
4 Responses for “Favela Pacification Spreads to Tijuca”

J B Online - http://jbonline.terra.com.br/nextra/2009/01/23/e230123941.asp


Bope disponibilizará vídeos de operações na internet

JB Online


RIO - Vídeos produzidos pelos próprios "caveiras" serão a próxima novidade no site do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Atendendo a solicitações dos milhares de internautas que acessam o endereço www.boperj.org, a unidade de elite da Polícia Militar do Rio de Janeiro disponibilizou, na última reformulação do site, em outubro do ano passado, fotos de operações e ações sociais desenvolvidas na sede do batalhão, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio.

Desde a explosão de popularidade do Bope, provocada pelo lançamento do filme "Tropa de Elite" em 2007, a homepage já passou por duas reformulações. Na próxima mudança, prevista para o segundo semestre de 2009, o batalhão pretende disponibilizar os resultados das operações online, com vídeos, fotos e textos produzidos pelos próprios policiais.

- Com a superexposição do Bope na mídia, nós começamos a receber muitas solicitações do Brasil e do exterior. Nós já estávamos trabalhando na modernização do site e decidimos criar um site mais interativo para as pessoas que admiram o nosso trabalho. O site é uma ferramenta muito importante. Através da internet, nós acessamos o mundo inteiro e pessoas do mundo inteiro acessam a nossa unidade de elite - afirma o comandante do Bope, coronel Pinheiro Neto.

Além das fotos, a última versão do site do Bope, que estreou em outubro de 2008, também traz o histórico, os princípios e a oração das forças especiais, links para o governo do Estado, notícias sobre o batalhão publicadas na imprensa e novidades sobre as ações de responsabilidade social da unidade de elite da Polícia Militar.

Na seção "Contato", os internautas podem enviar suas perguntas e comentários, que são prontamente respondidos pela equipe da Seção de Comunicação Social do Batalhão de Operações Especiais. A maior parte das 800 mensagens que chegam mensalmente ao Bope diz respeito a dúvidas sobre o ingresso no batalhão. Para atender a essa demanda, os "caveiras" também disponibilizam informações sobre o Curso de Operações Especiais, o Curso de Ações Táticas (CAT) e o Estágio de Ações Táticas (EAT).

- É importante ressaltar que o nosso site não tem como objetivo a prestação de serviços. O internauta navega no site para conhecer a instituição, a Polícia Militar, as fotos de operações. Nós já estamos trabalhando em uma nova versão do site para 2009. A idéia do comando do batalhão é que o internauta tenha informação sobre o resultado das operações online - diz o sargento Max, responsável pela reformulação do endereço www.boperj.org desde 2007.

Sob os lemas "Vá e Vença" e "Força e Honra", a última versão do site da Força de Intervenção da Polícia Militar, fundada em 19 de janeiro de 1978, é motivo de orgulho para os policiais do Bope. De acordo com o capitão Ivan Blaz, chefe da Seção de Comunicação Social, os elogios do público externo ao site reforçam os conceitos de credibilidade e confiança associados ao batalhão.

- O comandante tem a intenção de valorizar o homem, o policial. Todos aqui gostam de acompanhar o site e as notícias sobre o Bope na internet. O soldado no batalhão se sente dono do Bope. Para ele é muito importante ver a marca do Bope ser bem cuidada. Ele acessa o site com a família dele e isso repercute diretamente na autoestima e no moral do combatente. Ele se sente mais valorizado - garante Blaz.


12:22 - 23/01/2009


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Ouvir + Crer = Salvação


Ouvir + Crer = Salvação
Vez por outra sou questionado por amigos da eficácia de policiais do Bope pregando o evangelho de JESUS nas comunidades libertadas do tráfico.
Caros amigos, isso não só é eficaz, é Bíblico!
“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mateus 28 16-20)
Trago aqui então uma fórmula para a salvação. Ouvir + Crer + Batismo = Salvação
Mais,
"Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?" ... (romanos 10:14)
Então,
“Caveiras de Cristo”
Vão e Vençam!
Link Jornal “O Dia”
Banda gospel do Bope leva paz às comunidades
“O dia” 17-05-2010

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/5/banda_gospel_do_bope_leva_paz_as_comunidades_81608.html


Caveiras de Cristo unidos pela oração
“O dia” 04-11-2007

http://odia.terra.com.br/rio/htm/caveiras_de_cristo_unidos_pela_oracao_132515.asp